Holding familiar: quando faz sentido e quando não faz
A holding organiza o patrimônio e antecipa a sucessão, mas tem custo de manutenção e não serve para todo caso. Os pontos que decidem.
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CONDAPE
ASSESSORIA CONTÁBIL
O regime certo depende de faturamento, margem e folha de pagamento. Como cada um funciona e o que costuma pesar na escolha.
A escolha do regime tributário é a decisão que mais afeta quanto uma empresa paga de imposto. Ela é feita no início do ano e vale por todo o exercício, o que torna a análise prévia importante.
Reúne os tributos numa guia só e costuma favorecer empresas com folha de pagamento relevante em relação ao faturamento. A alíquota sobe por faixas conforme a receita cresce.
O lucro é estimado por um percentual fixo sobre a receita, variável por atividade. Funciona bem quando a margem real é maior que a presumida — nesse caso, paga-se imposto sobre um lucro menor do que o obtido.
O imposto incide sobre o lucro efetivamente apurado. É obrigatório acima de certo faturamento e vantajoso para margens apertadas ou prejuízo, situações em que os outros regimes cobrariam sobre um lucro que não existiu.
O regime ideal muda quando a empresa muda. Crescimento, alteração de atividade ou variação da folha podem tornar vantajoso o que antes não era, e por isso a revisão no fim do ano vale o tempo que toma.
Este texto tem caráter informativo e não substitui a análise de um caso concreto. Para orientação sobre a sua situação, fale com o escritório.
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