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Holding

Holding familiar: quando faz sentido e quando não faz

A holding organiza o patrimônio e antecipa a sucessão, mas tem custo de manutenção e não serve para todo caso. Os pontos que decidem.

A holding familiar é uma empresa criada para concentrar o patrimônio da família. Os bens passam a pertencer a ela, e os membros da família passam a ser sócios — o que muda a forma de administrar e de transmitir esse patrimônio.

O que ela resolve

A sucessão deixa de depender de inventário, porque a transmissão acontece por doação de quotas com reserva de usufruto. A administração fica centralizada, e a divisão entre herdeiros é definida em vida, com regras claras.

O que ela custa

Há o custo de constituição, o imposto sobre a transmissão dos bens e a manutenção contábil permanente da empresa. Para patrimônios menores, essa conta pode superar o que se pretendia economizar.

A conta que decide

A comparação honesta é entre o custo de manter a holding pelos próximos anos e o custo de um inventário futuro, somado ao valor de ter a sucessão organizada. Essa conta muda conforme o tamanho e o tipo do patrimônio, e é o que a conversa técnica precisa esclarecer antes da decisão.

Este texto tem caráter informativo e não substitui a análise de um caso concreto. Para orientação sobre a sua situação, fale com o escritório.

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